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7 de mar. de 2014

Aquecimento por indução de um cubo de gelo

  O processo de aquecimento por indução é feito por meio de uma corrente de alta frequência que aquece o cubo de gelo com uma intensidade absurda. Para você ter uma ideia, dependendo do tipo de metal da bobina, um aquecedor de indução pode levar um objeto a 871°C em apenas um segundo e meio com 4,1 kw de energia por centímetro quadrado de área de superfície.
Mas por que o gelo não vira uma poça d’água logo de cara?


Porque a matéria só aceita – ou emite – energia em pacotes discretos de energia. Então, quando a energia vem mais forte que escola de samba cruzando a avenida, ela – no caso, o gelo – precisa de um tempo para absorver toda a força, e não derrete logo de cara.





Veja Outros Fenômenos em  hypescience

18 de fev. de 2014

Nos EUA, crianças desenvolvem gosto pelos livros lendo para gatos


Abrigo de animais promove 'cantinho da leitura' para alunos e bichos. Companhia dos gatos dá confiança para crianças, dizem especialistas.

Do G1, em São Paulo

Criança mostra livro infantil para um dos gatos do abrigo (Foto: Mark Makela/Reuters)Criança mostra o livro infantil  'Cães não podem ler' para um dos gatos do abrigo (Foto: Mark Makela/Reuters)
Um abrigo para animais de Berks County, na Pênsilvânia, nos Estados Unidos, desenvolveu um programa para incentivar o gosto de crianças pela leitura no qual os estudantes passam horas lendo livros infantis para os gatos que vivem no local à espera de adoção. A iniciativa partiu da diretora da ONG Animal Rescue League, Kristi Rodriguez, depois que o filho dela, Sean, de dez anos, passou a gostar dos livros após ler para os gatos do abrigo.
Companhia dos gatos dá conforto e segurança às crianças, segundo especialistas (Foto: Mark Makela/Reuters) 
Companhia dos gatos dá conforto e segurança às
crianças, segundo especialistas (Foto: Mark Makela/ Reuters)

12 de fev. de 2014

RITUAIS DE ACASALAMENTO

 AVES DO PARAÍSO E SEUS EXTRAORDINÁRIOS RITUAIS DE ACASALAMENTO

Na Papua Nova Guiné, pássaros da família das Aves do paraíso, exibem a sua beleza em rituais de acasalamento bem fora do comum.


Cicinnurus respublica

Consideradas pelo célebre naturalista Alfred Russel Wallace como “os mais extraordinários e belos habitantes emplumados do planeta”, as Aves-do-paraíso, pois nenhuma das extraordinárias maravilhas naturais da Nova Guiné exerceu tanto fascínio aos cientistas Tim Laman e Edwin Scholes.




Pteridophora alberti
 
 Espetáculos tão bizarros e fantásticos como os rituais de acasalamento dos machos da família Paradisaeidae, com certeza são únicos em qualquer parte do mundo. Como outros pássaros poderão competir com performances de plumas douradas, danças cômicas e em cores mais reluzentes que as de qualquer cor já conhecida, toda essa extravagância de formas e comportamentos tem um único objetivo: o de atrair a atenção do maior número possível de fêmeas.

 

Os cientistas estudaram por oito anos  e fizeram 18 expedições a fim de conhecer a vida desses pássaros maravilhosos e seus rituais de acasalamento, eles decidiram organizar um projeto para documentar todas as 39 espécies desse pássaro, e todas elas são encontradas apenas na Nova Guiné e em algumas áreas próximas, o resultado dessa pesquisa foi um livro com centenas de fotos e a gravação de mais de 50 vídeos, tudo para não deixar se perder tamanha perfeição de um universo animal ainda tão pouco conhecido.




por: BioRetrô

23 de mai. de 2011

Poderíamos viver sem bactérias no corpo?


É intrigante imaginar que neste momento incontáveis tipos de bactérias nojentas estão morando no nosso corpo. É comum que pensemos em bactérias no contexto de doenças, claro! Mas é importante saber que da mesma forma que não podemos viver sem carbono, proteção contra doenças e a habilidade de digerir completamente os alimentos, não podemos sobreviver sem bactérias.

Dentro do nosso corpo, as bactérias oferecem muitos benefícios. Nos intestinos, favorecem a digestão de fibras vegetais, transformando resíduos complexos, que normalmente não são facilmente digeridas, em substâncias simples. Assim, é correto dizer que recebemos mais nutrientes durante a digestão exatamente por causa das bactérias. As bactérias no sistema digestivo também participam da geração de compostos químicos essenciais à vida humana, como as vitaminas D, K e B12.

Fora do corpo, uma “floresta” de bactérias vive na nossa pele (pelo menos 200 espécies diferentes), se alimentando dos recursos oferecidos e “desencorajando” bactérias indesejáveis. Contudo, ainda ajudam a degradar as células mortas e destruir os resíduos eliminados por poros e microglândulas. Dentro ou fora, a exposição à bactéria tem demonstrado ser uma parte importante do desenvolvimento do nosso sistema imunológico . A exposição a bactérias, tanto benignas quanto nocivas, são importantes na resposta do sistema imunológico.

Apesar de todos os benefícios, não podemos esquecer que as bactérias também podem fazer mal, inclusive as que normalmente fazem bem. Uma colônia de Staphylococcus aureus vivendo no braço pode impedir a entrada de invasores sem prejudicar o organismo. No entanto, se a pessoa se cortar ou se seu sistema imunológico estiver comprometido, essas bactérias podem causar uma infecção. A questão é que as bactérias nem sempre estão só comendo. Basta o ambiente do corpo ficar mais poluído e as defesas orgânicas falharem que elas começam a se reproduzir desenfreadamente. Rompeu-se o equilíbrio de forças entre parasita e hospedeiro.

Sem a “floresta” de bactérias não poderíamos sobreviver!

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6 de abr. de 2011

Noções básicas sobre a dengue e sua prevenção.

by Roberto M.
A preocupação com surtos de dengue deve ser constante e todos devem se preocupar. A dengue não é uma doença sem importância, pois há casos que levam à morte.
Por isso, para colaborar com o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, vamos falar um pouco sobre o que é a dengue, quais seus sintomas e o que fazer para evitá-la. 

A dengue é uma doença causada por um vírus integrante da família dos flavivírus e classificado como um arbovírus (vírus que é transmitido por insetos ou outros artrópodes).

O inseto que transmite o vírus da dengue é o Aedes aegypti, o famoso “mosquito da dengue”. Este vírus é transmitido de uma pessoa doente para uma pessoa sadia, pela picada do mosquito. Não existe transmissão direta entre pessoas.

É a fêmea do Aedes aegypti que pica, poi ela precisa de sangue para desenvolver seus ovos. É um mosquito pequeno, que pica as pessoas normalmente durante o dia e não faz zumbido como o pernilongo.
Ela bota seus ovos nas paredes de recipientes com água limpa e parada. Nesses recipientes, o ovo vira larva, que se transforma em pupa e depois em mosquito, que vai reiniciar o ciclo novamente.

O ciclo de transmissão do vírus da dengue é iniciado quando a fêmea do Aedes aegypti, ávida por sangue, pica uma pessoa infectada. O vírus que ela “suga” multipica-se em seu intestino médio, passa para outros orgãos e chega às glândulas salivares, de onde sairá para penetrar na corrente sanguínea da próxima vítima a ser picada.

Ao penetrar na corrente sanguínea de um indivíduo, o vírus passa a se multiplicar em alguns orgãos (baço, fígado e tecidos linfáticos), por um período chamado incubação. Em seguida volta a circular pela corrente sanguínea e logo ocorrem os primeiros sintomas.

Na corrente sanguínea , o vírus também se multiplica , atingindo a medula óssea e comprometendo a produção de plaquetas (elemento fundamental para a coagulação). Nessa multiplicação, são formadas algumas substâncias que agridem as paredes dos vasos sanguíneos e essa agressão faz com que haja perda de plasma.
Se essa perda plasmática for muito rápida, aliada à diminuição de plaquetas, podem ocorrer alguns graves disturbios, como hemorragia e queda da pressão arterial, sendo esse o quadro da tal dengue hemorrágica.

Leva de 3 a 15 dias para que a pessoa picada por um mosquito comece a apresentar sintomas. Os mais frequentes são: febre alta, dores de cabeça, dor nos olhos, dores nas juntas e nos músculos, manchas vermelhas pelo corpo, falta de apetite. Algumas vezes há sangramento da gengiva e do nariz. 
Ao apresentar esses sintomas, deve-se imediatamente procurar o Serviço Médico.
É importante beber muito líquido e manter-se em repouso. Não ingerir AAS(ácido acetil salicílico) ou anti-inflamatórios pois são substâncias anti-coagulantes. De maneira nenhuma tomar remédio sem orientação médica.

Para se evitar tudo isso e quebrar a cadeia dessa doença, a melhor maneira é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas que combatam a contaminação. Para isso, é necessário eliminar os locais que eles usam para se reproduzir, ou seja, eliminar os locais de acúmulo de água limpa.

Para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti devemos tomar algumas precauções muito simples: 

- Tirar a água dos vasos. Colocar areia grossa nos pratinhos.
- Manter as latas de lixo bem fechadas e os sacos bem amarrados.
- Não deixar água acumulada em recipientes, pneus velhos, latas, etc.
- Objetos que possam acumular água devem ser guardados em lugares cobertos.
- Garrafas e vasilhames devem ser guardados de boca para baixo e em lugares cobertos.
- Tampar bem potes e caixas dágua.
- Manter as calhas limpas para evitar acúmulo de água.
- Além de se jogar fora a água de um recipiente, é importante lavá-lo bem com água e sabão. 
Um ovo desse mosquito pode sobreviver até 450 dias mesmo em locais secos. Ao receber água novamente ele se ativa e chega à fase adulta em 2 ou 3 dias.

Não bastam somente as iniciativas governamentais, a população também tem que colaborar.

Mais na: asaudeempauta
 

22 de fev. de 2011

Metais pesados: uma enorme pilha de problemas


por Igor Fabian de Goes Lopes

O chumbo é um velho e problemático conhecido nosso. Nas últimas décadas, vários países do mundo vem se esforçando para bani-lo de qualquer produto e processo industrial, a fim de eliminar os riscos de contaminação e acidentes ambientais. Ainda assim, ele continua sendo um dos principais componentes de muitas baterias usadas por aí.
Há alguns dias na China, uma indústria clandestina de baterias automotivas foi fechada após exames médicos confirmarem a contaminação por chumbo em  cerca de 200 jovens moradores da região vizinha à fábrica, sendo que 24 precisaram ser hospitalizados. Esse caso é apenas o mais recente de uma série de outros similares na China, cuja indústria é conhecida no mundo inteiro pela alta produção à custa da falta de qualidade e de condições seguras de trabalho.
Essa falta de cuidado na manipulação de metais pesados e produtos tóxicos não é exclusividade da China. Basta lembrar que em 2010 houve um vazamento de lama tóxica que atingiu várias cidades na Hungria, contaminando inclusive o rio Danúbio.  Nem precisamos ir ao outro lado do mundo, o Brasil também não está livre dessa ameaça.  Talvez aí do outro lado da sua rua exista uma indústria clandestina trabalhando com substâncias perigosas sem a menor segurança.
O problema é que pela tendência tecnológica o uso de pilhas e baterias, feitas com esses metais pesados, só tende a aumentar. Os carros, motos e bicicletas elétricos são uma maravilha moderna, pois acabam com o problema da emissão de carbono dos motores a combustão, mas como nem tudo são flores, é preciso antecipar também o problema da geração de lixo decorrente das baterias usadas que serão descartadas. Imagine se toda a frota de automóveis com motores a combustão em circulação hoje no Brasil, de repente fosse substituída por veículos elétricos, cada um com uma bateria? E alguns modelos utilizam até mais do que uma só bateria. Onde elas seriam jogadas depois de esgotadas? Pelo menos, trocaremos um problemão, que é a emissão de carbono, por um probleminha, que são as baterias descartadas, afinal, elas podem ser recicladas. Por outro lado, se já é difícil descobrir o que fazer com as pilhas comuns, imagine baterias automotivas enormes, pesadas, e ainda por cima tóxicas?

19 de fev. de 2011

O que é exatamente o HIV?

Em todo o mundo a disseminação do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) continua em ritmo alarmante. Essa pandemia criou um impacto dramático e frequentemente devastador em muitos países. Embora muito se tenha aprendido sobre essa doença, os pesquisadores não têm previsão de cura no futuro imediato, prevendo-se que seja crescente o número de indivíduos infectados pelo HIV.

Classificação
Na primavera de 1981 o CDC recebeu muitos relatos de casos de homossexuais masculinos com pneumonia por Pneumocystis carinii (PPC) e sarcoma de Kaposi. Inicialmente não havia qualquer causa aparente para a imunossupressão nesses indivíduos e o CDC denominou a afecção síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS). Pouco tempo depois o CDC também definiu a AIDS: "qualquer doença, como PPC ou sarcoma de Kaposi, que indique um defeito da imunidade celular em indivíduo que não tem causa documentada de imunodeficiência". As pesquisas subsequentes identificaram o HIV como agente causal da AIDS e o CDC revisou a definição de vigilância para incluir o teste sorológico positivo para HIV. Em 1987 a definição de AIDS foi revisada para incluir o diagnóstico presuntivo de diversas afecções, a saber, PPC, sarcoma de Kaposi, candidíase esofágica e toxoplasmose cerebral. Também foram acrescentadas à lista de definição de AIDS a encefalopatia e a síndrome consumptiva. Em 1993 o CDC expandiu a definição de AIDS para incluir pacientes com contagem de CD4 menor que 200 células/mm3. Também foram acrescentadas três condições clínicas novas - pneumonia bacteriana recidivante, tuberculose pulmonar e câncer cervical invasivo. Essa classificação mais recente classifica os pacientes com base na contagem de CD4 e nas características clínicas.

Epidemiologia

Globalmente estima-se que mais de 14 milhões de pessoas estão infectadas por HIV. Até o ano 2000 as projeções indicam que entre 38 e 108 milhões de pessoas estarão infectadas por HIV. Atualmente 80% dos casos de AIDS ocorrem em países em desenvolvimento, usualmente em regiões com recursos limitados para tratamento e prevenção. A África ainda possui a maior população de indivíduos infectados, com índices de infecção atuais 10% maiores que os da população geral em algumas regiões do nosso continente. As projeções indicam que ocorrerá um aumento dramático no número de casos de AIDS no sudeste e no sul de Ásia e na Índia. Em regiões fora dos EUA e da Europa predomina a transmissão heterossexual do HIV, com índices masculino/feminino aproximadamente 1:1. Em contraste, a homossexualidade masculina e o uso de drogas injetáveis são responsáveis pela maior parte dos casos nos EUA e na Europa. Em quase todas as regiões do globo o HIV-1 predomina como vírus causador da AIDS. O HIV-2, que também causa AIDS, predomina no oeste da África. Embora o HIV-1 e HIV-2 tenham produtos gênicos e modos de transmissão semelhantes, parece que o HIV-2 é menos virulento, com progressão clínica mais lenta. Até abril de 1992 havia menos de 40 casos de infecção por HIV-2 nos EUA, todos identificados em indivíduos que haviam vivido no oeste da África ou que tinham parceiros sexuais oriundos dessa região.

Modos de Transmissão

16 de fev. de 2011

O que você sabe sobre a mosca doméstica?


A mosca doméstica (Musca domestica) é uma espécie não picadora, provida de tromba mole. Os ovos são brancos e ovóides, com uma das extremidades mais larga, medindo cerca de 1mm de comprimento.
Ovos da mosca doméstica

Cada fêmea coloca por volta de 120 a 150 ovos de cada vez, sendo depositados em substâncias orgânicas, como lixo, esterco ou qualquer outro tipo de matéria orgânica em decomposição. Os ovos demoram geralmente de 8 a 24 horas para a eclosão das larvas, dependendo da temperatura
Ovos da mosca doméstica
As larvas recém eclodidas são brancas e muito ativas e passam por 3 estágios de desenvolvimento, também denominados estádios ou ínstares. É na fase larval que a mosca cresce, assim, o tamanho da mosca adulta depende do tamanho máximo que a larva alcançar. Podem pupar na própria matéria orgânica em decomposição ou abandonam o lugar onde vinham se alimentando e procuram um local mais seco, como a terra fofa ou arenosa, onde penetram. O pupário, no qual encontra-se a pupa, é endurecido, escuro e tem forma de um pequeno barril. No verão a fase de pupa dura de 3 a 6 dias, mas nos dias mais frios este período pode ser prolongado, chegando a várias semanas. 
Larvas da mosca doméstica
Assim que a mosca completa sua transformação para o estágio adulto, que ocorre dentro da pupa, a mosca abre uma das extremidades do pupário com a cabeça, estende suas asas e sai.As fêmeas copulam logo após a emergência ou 24 horas depois. Iniciam a postura dos ovos após 2 ou 3 dias, sendo que este período pode se prolongar até o vigésimo dia após a emergência. Uma fêmea pode fazer até 6 posturas, depositando a média de 400 a 900 ovos durante toda a sua vida.Os insetos possuem atividades comportamentais características para cada espécie, estando associados à busca do alimento e de um local propício para o desenvolvimento dos seus ovos
Ciclo de vida
A mosca doméstica encontra-se nas áreas urbanas e é atraída para os diferentes locais através do cheiro, que é disperso pelo vento.A mosca doméstica, espécie mais comum em ambientes urbanos, tem uma maior atividade nas horas mais quentes do dia e à noite passa um longo período de repouso, pousada em fios, cercas, vegetações, etc. Esse período de descanso pode ser "comparado" ao sono do homem ou de animais, entretanto dormir é uma característica que não se aplica às moscas, tampouco a outros insetos, elas apenas repousam, não fecham os olhos, deitam, sonham, etc.


Vários estudos demonstraram que a mosca doméstica pode levar os bacilos da febre tifóide (Salmonella typhosa) nas pernas, corpo, tromba ou expulsá-la pela regurgitação ou nas fezes. Pode transmitir ainda diarréia, conjuntivites, lepra, tuberculose, tifo, gonorréia, erisipelas, cólera, meningite cérebro-espinal, peste bubônica, entre outras. Muitas doenças causadas por vírus também podem ser transmitidas pela mosca doméstica, tais como, varíola, poliomielite, oftalmia purulenta, etc.Veiculam ainda protozoários, podendo causar a disenteria amebiana, além de vermes, pois trazem seus ovos quando pousam em fezes humanas ou esterco de animais e logo a seguir entram em contato com o alimento humano.


Confira mais no http://domescobar.blogspot.com

15 de fev. de 2011

ISOPOR , VOCÊ CONSEGUE VIVER SEM ?

Você já parou para observar quantas embalagens de  isopor você  carrega para casa quando vai ao mercado? Isso tudo em nome do consumo, pois estando acondicionado individualmente peças de carne, frios, legumes, frutas você acaba comprando mais do que pretendia, uma forma onde o  comércio  está debruçado desde o mercadinho mais ingênuo,  aproveitando-se  da pressa  vivida pela humanidade , porém a  “desculpa”  é  a praticidade de encontrar tudo fácil e higienicamente acondicionado, logo leia-se menos emprego. Mas não quero falar de consumo agora.

Quando você compra um eletroeletrônico, acompanha  a caixa  de papelão e placas imensas de isopor para proteger os equipamentos na logística. Enfim, embalagens  para  marmita, comida rápida  , ovos, frios, carne, frutas, equipamentos , geladeiras portáteis, etc. Tudo em ISOPOR, será que já não está  mais que na hora de  utilizarmos menos o ISOPOR ou promover novas  formas de reutilização e  reciclagem  desse material.? Esse material utiliza um produto cancerígeno em sua fabricação além de levar 500 anos para se decompor na natureza

Mas ele não é tão vilão assim !  Apenas ecologicamente mal visto, mal percebido e recebendo menos valor do que merece.

A reciclagem do ISOPOR é possível conforme pesquisas  na Universidade Federal de Santa Catarina  que através de químicos ,engenheiros e técnicos desenvolveram um projeto onde reutiliza no processo de fabricação de um novo EPS (ISOPOR)  20% do isopor velho mais 80% de estireno.
Porém, apesar de não ser  tão difícil a  sua reciclagem , o fato que dificulta o processo é a logística, pois como é um material extremamente leve mas que ocupa grande espaço físico, acaba por encarecer  a sua reciclagem.

Apesar de haver a possibilidade da reciclagem, mas que acaba neutralizada pelo custo do transporte, temos que conviver com uma grande quantidade de isopor indo parar em lixões e aterros sanitários, entupindo bueiros e causando os mais diversos desastres  e ele não é propriamente poluente porém leva 500 anos para se decompor.

Existem além da reutilização para novo  EPS , no estado do Paraná também está sendo usado na construção civil como item  na formulação de concreto leve e também em compostagem, porém um  ou dois Estados no Brasil inteiro  para dar fim a aproximadas 90 mil toneladas de ISOPOR,  é muito pouco.

Cabe uma atitude, aproveitando a lei de resíduos sólidos aprovada recentemente, para  promover em cada cidade um setor de reciclagem e reaproveitamento do ISOPOR  ou  habilitando  as cooperativas  já existentes ou auxiliando-as no transporte até a única empresa atualmente que se encontra em Guarulhos-SP,  que não produz mais por falta da matéria prima, o ISOPOR usado. 
Não seria uma má idéia se os grandes atacadistas se reunissem e instalassem  em cada região uma recicladora de EPS com administração de  alguma cooperativa de reciclagem já estabelecida  na cidade, dando assim oportunidade de muitas  outras famílias tirarem o seu sustento do LIXO, do ISOPOR  que é um produto “limpo” de fácil manuseio e que acaba boiando pelas ruas e bueiros e comprometendo aterros e lixões com seu volume. Uma forma de investir em responsabilidade socioambiental na suas empresas.

Alguns vídeos sobre o assunto:

11 de fev. de 2011

O melhor professor que já tive!

O senhor Whitson ensinava ciências para a 6ª série. No primeiro dia de aula ele nos falou sobre uma criatura chamada cattywampus, um animal noturno extinto durante a Era do Gelo. Ele passou para os alunos um crânio enquanto falava. Todos nós fizemos anotações e depois respondemos a um teste sobre a aula.
Quando recebi a prova corrigida fiquei surpreso. Havia um grande e vermelho X em todas as minhas respostas. Eu havia falhado. Devia haver algum engano! Eu havia escrito exatamente o que o professor Whitson havia dito na aula. Então percebi que todos na classe haviam falhado. O que havia acontecido?
Muito simples, o professor explicou. Ele havia inventado tudo o que falou sobre o cattywampus. Aquele animal nunca havia existido, ou seja, toda a informação em nossas anotações estava errada. Nós esperávamos crédito por respostas erradas?
Desnecessário dizer, nós ficamos revoltados. Que tipo de teste era esse e que tipo de professor ele era?
Nós deveríamos ter descoberto, o senhor Whitson disse. Afinal, equanto ele passava o crânio do cattywampus pela sala (que na verdade era o crânio de um gato), não estava afirmando que não havia sobrado nenhuma evidência do animal? Ele havia descrito sua incrível visão noturna, a cor de sua pelagem e muitos outros fatos que ele não poderia saber. Ele havia dado ao animal um nome ridículo e mesmo assim ninguém havia desconfiado. Os zeros em nossas provas iriam para a avaliação, ele disse. E eles foram.
O professor Whitson disse que esperava que aprendêssemos uma lição dessa experiência. Professores e livros didáticos não são infalíveis. Na verdade, ninguém é. Ele nos disse para nunca deixar nosso cérebro ficar desatento e a tomar satisfação sempre que pensássemos que ele ou qualquer livro estivessem errados.
Toda aula com o professor Whitson era uma aventura. Ainda posso lembrar de algumas aulas de ciências do começo até o final. Um dia ele nos disse que seu carro era um organismo vivo. Nós demoramos dois dias para bolar um argumento contrário que ele aceitasse. Ele não nos deixava sossegar até que houvéssemos provado não só que sabíamos o que era um organismo, mas também que tínhamos força para defender a verdade.

10 Mitos Alimentares

 1- Requeijão é melhor que maionese: A maionese, não merece a fama que tem. Feita com óleos vegetais, a maionese possui alto teor de gorduras insaturadas, consideradas ‘do bem’ porque ajudam a reduzir o nível de colesterol ruim (LDL). Também contém ácidos graxos essenciais para o organismo, como o ômega 3 e o ômega 6, que não podemos sintetizar. Já o requeijão, de origem animal, tem 60% de sua gordura na forma saturada – prejudicial ao coração. É provável que a imagem negativa do molho se deva à versão caseira. Ela leva maior quantidade de ovos que a industrial, o que a deixa mais calória e rica em colesterol.
2- Carne de Frango é mais saudável que de porco: Preocupados com a transmissão de doenças e a falta de higiene, judeus e muçulmanos baniram o consumo de parco há mais de 1000 anos. Mas o leitão moderno é diferente: graças à genética, às rações balanceadas e ao confinamento em baias limpas, sua carne possui 40% menos gorduro que há 30 anos. “Quando for preparar qualquer tipo de carne, remova a gordura antes de prepará-la. Caso contrário, ela irá penetrar na carne durante o cozimento”, avisa o Inmetro.
3- Sorvete provoca dor de garganta: O que provoca amidalites e faringites são vírus e bactérias, e não um inocente picolé. Para atacar, os microorganismos precisam encontrar um ambiente favorável. Isso ocorre, por exemplo, diante de condições atmosféricas adversas – caso de mudanças bruscas de temperatura (do ar, veja bem), de poluição intensa ou então de baixa umidade.
4- Leite morno ajuda a dormir: “Isso é mais empírico do que científico”, diz o cardiologias Heno Ferreira Lopes. “Não conheço estudos comparativos que comprovem esse efeito”. A crença se deve à presença de triptofano no leite. Esse aminoácido, não fabricado pelo corpo, modula a produção de serotonina, neurotransmissor que dá sensação de bem-estar. E a serotonina, por sua vez, é usada na produção de melatonina, o hormônio do sono. Mas… o aminoácido atuaria apenas na primeira fase do sono, aquela em que você começa a ficar sonolento.
5- Coca-cola com café deixa você acordado: “Embora ambas contenham cafeína, um poderoso estimulante do sistema nervoso central, elas não agem em sinergia”, explica o nutrólogo Durval Ribas Filho. Ou seja, tomar as duas ao mesmo tempo não eleva seu potencial de ação. Em vez de aumentar o pique, essa mistureba vai é deixar seu estômago embrulhado.
6- O estômago encolhe quando comemos menos: Por se tratar de um órgão muscular, não existe a possibilidade de o estômago mudar de tamanho só com a menor ingestão de alimentos. O contrário é verdade: ele pode até aumentar, quando você exagera na dose. Diminuir, jamais. Mas quem faz uma dieta radical acaba ficando com a sensação de que “não cabe” mais nada no estômago. Consumir comida em menos quantidades condiciona seu estômago a se “satisfazer” com menos. Por causa disso, o corpo reduz a produção de grelina, um hormônio que é liberado quando o estômago está vazio, estimulando a área do cérebro ligada ao apetite.
7- Banana repõe potássio depois da malhação: “O efeito da reposição de potássio não acontece na hora. O processo leva cerca de 3 ou 4 horas”, diz o nutricionista César Grosso. Isso levando em conta que você coma a quantidade de bananas necessárias. Dá pra estimar que, durante um treino intenso, você sue cerca de 2 litros de líquidos por hora. Junto com a água, ocorrem perdas de potássio – cerca de 230 miligramas por litro de suor, ou , nesse caso, quase 500 miligramas. Para repor tudo isso, seria necessário comer 4 bananas-maçã ou nanica. Mas adicionar à sua dieta 4 bananas, 3 vezes por semana, vai pesar um bocado no total de calorias. Além disso, o consumo exagerado da fruta pode causar desconforto, soltando ou prendendo o seu intestino.
8- Azeite extra virgem é sempre melhor: Azeites de oliva, de forma geral, são ótimas fontes de gorduras monoinsaturadas; outros tipos de óleos vegetais, como milho, gergelim, girassol e canola, são ricos em gorduras poli-insaturadas. Ambas blindam seu corpo dos problemas cardíacos, por elevar o nível de colesterol bom. Todos eles podem e devem estar presentes na sua mesa. Reserve o extravirgem, mais caro, apenas para ocasiões especiais.
9- Os magros têm metabolismo mais acelerado que os gordos: “A eficácia com que o organismo gasta energia varia de um indivíduo para outro. Não dá para afirmar que o metabolismo de um é mais acelerado do que o de outro só levando em conta as características físicas”, diz o endocrinologista Antônio Chacra. A genética responde por até 50% desse ritmo metabólico. Daí, sim, é que alguns magros favorecidos pela carga hereditária podem contar vantagem sobre os gordos. Outro fator fundamental na regulação do ritmo metabólico é o estilo de vida.
10- Cerveja dá barriga: A gordura corporal está relacionada a muitos fatores, inclusive genéticos, mas engordar depende principalmnete da ingestão calórica diária. O álcool é bastante calórico: são 7 calorias por grama. “Só que um copo de cerveja de 200 mililitros tem o mesmo número de calorias de um suco de laranja”, explica a nutricionista Camila Leonel. O problema é que ninguém toma 10 copos de suco, um atrás do outro, mas muita gente manda para dentro 10 latinhas de cerveja ou 10 chopes. “Qualquer produto consumido em excesso leva ao aumento de peso. É tudo uma questão da quantidade e da frequência em que você bebe” frisa a especialista.

Fomte:  Biosferas

Referência: Revista Super Interessante – Edição Especial – 73 Mitos Alimentares.

3 de fev. de 2011

Os 3R

O consumo sustentável tem três regras de ouro, conhecidas como os três erres: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Veja o que você pode fazer para colocá-las em prática.

Redução: Reduzir o consumo desnecessário é o início da preservação do meio ambiente, evitando a poluição, o esgotamento dos recursos e o aquecimento global.


Reutilização: Sempre que consumirmos, é importante verificar um meio de utilizar novamente os materiais, prolongar a sua vida útil e evitar o descarte.

Reciclagem: Separe o seu lixo e recicle tudo o que puder. Podem ser reciclados óleos usados, eletrodomésticos, pilhas, baterias, borracha, madeira, livros, automóveis, etc.

Aprenda a usar lixeiras coloridas:

Marrom: lixo orgânico;
Vermelha: Plásticos;
Verde: Vidros;
Azul: Papéis;
Amarela: Metais.
A separação de dejetos facilita a reciclagem e ajuda a preservar a qualidade dos materiais. Se perto da sua casa na tiver coletores coloridos, improvise os seus e depois entre em c0ontato com a empresa que faz a coleta de lixo de sua rua. O meio ambiente agradece.

28 de jan. de 2011

Camiseta inteligente muda de cor quando exposta a poluição.


Diariamente estamos expostos a grande quantidade de poluição e não conseguimos mensurar ou sentir a curto prazo os impactos desta exposição em nossa saúde. Mas apesar de desapercebida esta exposição ao longo do tempo é extremamente danosa ao nosso corpo.

Para questionar e alertar sobre este problema os designers Nien Lam and Sue Ngo desenvolveram uma camiseta inteligente que muda a cor de sua estampa quando detecta poluição atmosférica.

As estampas são desenhos que representam o pulmão e o nosso coração, dois dos orgãos que mais sofrem com a poluição e logo que “percebem” as toxinas no ar mudam as cores de suas veias para uma cor azulada.

Detectando fumaça provindas de fábricas, carros e cigarros a camiseta alerta a pessoa de que aquele local esta poluido e que todas as pessoas ao redor estão expostas a toxinas.

Para criar este efeito é fixado um pequeno sensor de monoxido de carbono na camiseta que ao detectar poluentes envia sinais elétricos através de fios para a estampas dos orgãos. As estampas são feitas de tecido termocrômicos que ao receberem o calor dos fios muda de cor e criam o efeito na estampa.


27 de jan. de 2011

TOP 20 fotos de 2010 do Photo of the Day

Por Bruno Rezende.


No final do ano passado publiquei aqui uma seleção pessoal que fiz das 20 melhores fotos de 2009 do site Photo of the Day, da National Geographic. Para fechar bem este ano, faço novamente a seleção das 20 fotos mais marcantes do mundo natural publicadas neste site em 2010, confira abaixo:

Para saber mais detalhes sobre a foto ou fazer o download da imagem em tamanho maior, basta clicar na descrição abaixo de cada foto que você será direcionado a página específica da foto no site Photo of the Day.

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"Bathing Parrot" Photograph by Cesar Badilla

23 de jan. de 2011

Descarte de Pilhas e Baterias – Conheça os perigos

152 milhões de pilhas comuns e 40 milhões de pilhas alcalinas: este é o volume descartado anualmente em São Paulo, segundo dados da Cetesb
O que você faz com suas pilhas usadas e com a bateria do aparelho de celular que já ficou “velho”? Quem descarta materiais desse tipo no lixo comum, sem saber acaba tomando uma péssima atitude. Coloca a própria saúde e a de outras pessoas em risco com a contaminação do solo e das águas com metais pesados.
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Os males de uma simples pilha contra nossa saúde
Um pilha simples pilha contém, principalmente, metais pesados como chumbo, mercúrio, cádmio e, ainda, cobre, níquel, zinco, cromo e manganês. Descartadas no lixo comum, as pilhas e baterias vão parar nos aterros e toda essa “química” perigosa se espalha pelo solo, água, plantas, peixes e outros animais.
Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Eletréca e Eletrônica (ABINEE), publicadas no site Ambiente Brasil, substâncias como o cádmio se acumulam nos rins, fígado e ossos, causando disfunções renais e osteoporose; o mercúrio atinge o fígado, o cérebro e o sistema nervoso. Causa desde distúrbios neuropsiquiátricos ao mau desenvolvimento do feto.
O chumbo provoca diversas síndromes – hepática, cardiovascular, gastrointestinal etc… Então, paramos aqui, porque aqui porque ninguém merece ler uma lista com uma infinidades de doenças.
O importante é saber que qualquer metal pesado se acumula facilmente em nosso corpo por meio de alimentos contaminados e até contato direto com a pele. Mas não somos capazes de eliminar e nem de metabolizar todo esse lixo tóxico que vem parar dentro de nós. Aquele peixinho fresco, uma folha de alface podem esconder toda a podreira química das pilhas que jogamos em qualquer canto. Terrível, não?

Jogar pilhas e baterias no lugar certo é fácil. Basta um pouquinho boa vontade.
Banco Real: na cidade de São Paulo, há postos de coleta de pilhas e baterias em diversas agências do Banco Real com seu “Papa-Pilhas”. Para saber qual o endereço mais próximo de você, clique aqui ou entre em contato pelo e-mail papa.pilhas@bancoreal.com.br.
Outras informações no site http://www.bancoreal.com.br/papapilhas.
Drogaria SP: qualquer uma das 200 filiais da Drogaria São Paulo também recebe pilhas e baterias usadas, e envia para a Suzaquim, empresa especializada na reciclagem desses materiais.
Detalhes sobre a campanha no endereço http://www.drogariasaopaulo.com.br/CampanhasSociais.html (clicar em Reciclar). Ou Clique aqui para saber onde está a Drogaria São Paulo mais próxima de você.
Outros Postos: coleta para reciclagem de pilhas, baterias e outros materiais (dica do blog Soldier Adventures)
-Zona Norte: Hipermercado Bergamini – Av. Luiz Stamatis – Jaçanã
-Zona Leste: Shopping Center Aricanduva – Av. Aricanduva, 5555
-Zona Sul: Hipermercado Extra Itaim – Rua João Cachoeira, 899 – Itaim Bibi
-Zona Oeste: Porto Seguro – Av. Pacaembu, 35 – Pacaembu
-Centro: Porto Seguro – Rua Dom José de Barros, 31 – República e Avenida Paulista, 91
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Dicas sobre o uso correto de pilhas e baterias (site do Banco Real)
- Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.
- Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.
- Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.
- Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.
- Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.
- Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.
- Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.
- Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.
- Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.
- Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.
- Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.
- Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.

20 de jan. de 2011

O ciclo de vida impressionante da libélula!

Uma libélula vive até quatro anos, porém o tempo de vida adulto é muito curto. Existem três fases do ciclo de vida libélula, o ovo, a ninfa e o adulto. A maior parte do ciclo de vida de uma libélula é vivida no estágio de ninfa e raramente podemos acompanhá-lo, a menos que você esteja nadando debaixo d’água em um lago ou lagoa, com os olhos abertos, é claro!

O macho e a fêmea de libélula copulam enquanto estão voando. Uma vez fecundada a fêmea deposita seus ovos em uma planta na água, caso não exista uma planta por ali, ela simplesmente deixa os ovos caírem na água. Tenho certeza que a maioria das pessoas já viram uma libélula encostando a “bundinha” na água. Pois, neste momento ela está depositando seus ovos.



Quando os ovos eclodem libélula, o ciclo de vida da larva começa como uma ninfa (uma libélula adolescente, feia). A ninfa se parece com uma pequena criatura alienígena (veja a foto). Elas não tem asas e vivem na água durante muito tempo passando por vários estágios de desenvolimento. Este estágio de vida pode durar até quatro anos para ser concluída. Até lá, as ninfas devoram tudo que é animalzinho que verem pela frente: larvas de peixe, girinos, larvas de mosquitos e por aí vai…

Assim que a ninfa está totalmente desenvolvida, chega o momento de sair da água para a metamorfose. Para isto, ela rasteja e escala o caule de uma planta ali perto da água. A ninfa adere sua pele no caule por onde fica até que o adulto resolva emergir. 
Neste tempo ela se mantém muito quieta, não come e não se mexe.
O jovem resolve deixar aquele corpo de alienígena, ele “quebra” a casquinha e vai deixando o corpo antigo para trás. É um momento fabuloso. A pele que a ninfa deixa para trás é chamado de exúvia e não é muito difícil encontrar essa casquinha ainda preso ao caule, perto de um local de água doce.

Quando a libélula deixa a exúvia, ela ainda se mantem ali esperando que o contato com o ambiente se ocupe em secar suas asas. Logo que estão prontas, ela já sai a procura de alimento e de um companheiro. Uma vez que a libélula encontra um companheiro o ciclo recomeça. Os adultos de vivem somente cerca de dois meses.

As libélulas são chamadas também de dragonfly, que quer dizer MOSCA DRAGÃO. Adoro esse nome!


vi no diário de Bioogia

Árvores na calçada de casa! Saiba como escolher a árvore ideal…

Você acabou de se mudar, casa nova, tudo novo, e….cadê a árvore para decorar minha calçada??
Achei essa matéria interessante de um site muitoooo mais interessante que você acha mil coisas de informação lá. Leia e saiba o que deve ser observado antes de comprar qualquer árvore para colocar na calçada da sua casa! Cuidado, pois eu tenho uma raiva de gente que não se instrui antes, e vai lá comprar a mudinha de árvore, depois de uns anos, a calçada começa a rachar e quando se vê, as raízes já estão entortando os encanamentos da casa. Aí vem a serra elétrica terminar o serviço!
Não destrua a pobre árvore. Ser humano quer enfeitar, mas não procura se informar, e depois se arrepende e a bota culpa na árvore!!! Então leia com atenção e avise amigos ou parentes que queiram cortar a pobre árvore da frente da casa ou que planejam plantar uma.

Que árvores plantar nas calçadas?

Os principais aspectos a serem levados em conta estão listados a seguir: Essa é sem dúvida a questão mais importante do plantio de árvores em ambientes urbanos. A escolha deve ser baseada em alguns aspectos práticos, para que consigamos escolher uma árvore que realmente satisfaça as nossas necessidades e melhore o ambiente, sem que prejudique as calçadas e arrisque nossa residência.
  1. Tipo de raiz da planta – plantas de raízes superficiais e muito vigorosas são péssimas escolhas para o plantio em calçadas. As raízes das plantas podem arrebentar o concreto das calçadas, estourar tubulações, e até mesmo danificar a estrutura da casa. Evite ao máximo o plantio de espécies desse tipo, como o fícus ou o flamboyant.

  2. Resistência dos galhos da árvore – muitas vezes nos tentamos a plantar árvores de crescimento rápido, mas em geral, essas possuem galhos frágeis, que podem ser quebrados facilmente pelos ventos e chuvas, podendo ocasionar acidentes. Para evitar isso, não utilize espécies de crescimento muito rápido, como o flamboyant.
  3. Queda de folhas – se você não quer ter que varrer sua calçada muitas vezes, procure escolher espécies cujas folhas não caem em determinada época do ano. Dê preferência a árvores de folhas mais largas, que sejam de fácil retirada.
  4. Sombreamento – se você desejar um bom sombreamento da rua, utilize espécies com copa densa e ampla. Uma boa opção nesse sentido é o chapéu-de-sol.

  5. Obstrução de passagem – procure não utilizar espécies que possuam galhos muito baixos, ou que sejam arbustivas, pois elas normalmente não produzem sombreamento, além de atrapalharem a passagem de pedestres nas calçadas. Procure não utilizar espécies como a espirradeira, que além de inadequadas, são extremamente tóxicas.

  6. Clima da região – o clima da região é um fator importante. Algumas plantas de clima frio não se desenvolvem bem em climas quentes, e vice-versa. Procure se informar sobre a capacidade de adaptação da planta ao local de plantio.

  7. Tipo de frutos - muitas pessoas já tiveram a infelicidade de ter o vidro do carro quebrado por uma manga que caiu de um pé plantado na calçada. Além disso, há um perigo ainda maior de cair um fruto pesado e duro sobre alguém, podendo até mesmo levar a pessoa a óbito. Evite espécies como a sapucaia no plantio em calçadas.

  8. Toxidez- algumas plantas são muito tóxicas, além de atraentes para as crianças. Tome cuidado ao utilizar plantas que são tóxicas, já que seus efeitos podem ser desde queimaduras leves, até a cegueira ou mesmo à morte. Evite plantas como a espirradeira.
  9. Com base nesses fatores, fica muito mais fácil escolhermos qual planta colocarmos em nossas calçadas.


vi na EU AMO NATUREZA


10 de jan. de 2011

O mundo sem sexo de uma formiga da amazônia

Através de testes genéticos, os cientistas descobriram que não há machos 'Mycocepurus smithii' e que as formigas são clones da rainha da colónia. A reprodução assexuada permite poupar energia na procura de um parceiro, mas deixa também os animais mais susceptíveis a eventuais parasitas. Esta formiga alimenta-se de fungos que são também assexuais.

Quando os cientistas começaram a estudar a formiga Mycocepurus smithii estranharam ao não encontrar qualquer macho. Agora já sabem porquê. Só existem fêmeas nesta espécie, que vive na Amazónia. Mais estranho ainda é o fato de esta formiga assexuada, que se reproduz através da clonagem, se alimentar de fungos que se reproduzem da mesma forma.

A descoberta deste mundo sem sexo foi revelada na última edição da revista Proceedings of the Royal Society B. "Nos insetos há vários tipos diferentes de reprodução. Mas esta espécie desenvolveu o seu próprio método", disse à BBC a bióloga Anna Himler, da Universidade do Arizona, que liderou a equipe internacional responsável pelo estudo.

Foi através de testes genéticos que os investigadores descobriram que todas as formigas eram clones da rainha da colónia. Ela é a única capaz de se reproduzir, uma vez que todas as trabalhadoras são estéreis. Além disso, a dissecação de vários animais permitiu verificar que não têm os órgãos sexuais necessários para a reprodução sexual, uma vez que estes estão atrofiados.

16 de dez. de 2010

Filmes para pensar Biologia

Quando o assunto é ciência, existem diversos filmes interessantes. É claro que é preciso estar atento a possíveis inconsistências entre a verdade científica e aquilo que é apresentado, pelo simples motivo de tratar-se de ficção. Segue uma pequena lista de filmes  interessantes para aprender ou refletir sobre alguns temas tratados nas aulas de ciências e biologia. Interessado em assistí-los? Clique nas imagens para consultar  preços no Buscapé.

Uma Verdade Inconveniente


Um documentário dirigido pelo ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, que apresenta uma série de fatos e dados sobre as condições climáticas e o aquecimento global no planeta. Gore transmite a mensagem com bastante eloquência de que é preciso agir com urgência para proteger a Terra e impedir os efeitos catastróficos das mudanças climáticas. Ótimo filme para aprender as causas e conseqüências do aquecimento global. Dirigido por Davis Guggenhein, e lançado em 2006.


Osmose Jones

O filme é uma interessante viagem pelo sistema imunológico humano. Tudo começa quando Frank contrai o que a princípio parece ser um simples resfriado. A partir daí, conhecemos o interior de seu organismo que é chamado de “a cidade de Frank” habitado por diversas células humanas e bactérias que fazem parte da microbiota normal. Os glóbulos brancos são representados por policiais responsáveis pela segurança da cidade. Têm como líder um linfócito chamado Osmose Jones.
Jones comanda a luta contra o vírus, que entrou no corpo de Frank disfarçado de resfriado para despistar o sistema imunológico. Na verdade trata-se de um novo tipo de vírus, chamado Thrax. O plano de Thrax é se multiplicar rapidamente e matar Frank em 48 horas. O filme não deixa de ser uma comédia hilariante que alterna entre os personagens animados e  as pessoas reais. Dirigido por Bobby e Peter Farreley.

Planeta Terra




Documentário desenvolvido pela BBC é uma grandiosa produção sobre a natureza e a biodiversidade em diferentes ecossistemas do planeta. Narrado pelo renomado naturalista David Attenborough, o documentário foi dividido em 11 episódios.

 

 

 

A Ilha

O filme se passa num futuro próximo no qual a clonagem humana é possível e permitida. Assim, as pessoas podem encomendar clones de si mesmas para o caso de um dia precisarem de um transplante. Para isto, os clones vivem em local isolados e numa sociedade altamente vigiada. Não sabem qual é a sua verdadeira finalidade. Acreditam que estão isolados do mundo, pois a Terra está infectada por um vírus mortal.  De vez em quando alguns são sorteados para, supostamente, ir morar em uma ilha que não foi contaminada. Na verdade, os clones são recrutados para um lugar onde terão seus órgãos extraídos para serem transplantados nos seus “donos”. Um ótimo filme que discute as questões éticas e morais da clonagem humana e dos transplantes de ógãos.

Splice

Imagine uma experiência genética em que se perde o controle da situação. Splice, baseado em script do cineasta canadense Vincenzo Natali, mostra o descontrole de cientistas que vieram a criar uma nova forma de vida. Splice aborda  algumas questões éticas relacionadas às experiências com DNA e da engenharia genética, cujas consequências geradas pelo mau uso dessas elevadas tecnologias, coloca o homem como refém do desconhecido. O enredo remonta uma ficção científica obscura, em que casal de cientistas renunciam acordos jurídicos e éticos para criar um estranho organismo genético que começa a crescer e tomar a forma humana de uma menina (Dren). Os desfechos são surpreendentes, bem como os efeitos especiais. O clima de suspense é intenso, apresentando de modo visceral, cenas repugnantes que instigam às questões da moral e ética humanas. O filme é uma produção da Warner Brothers.



22 de nov. de 2010

Como os Daltônicos Enxergam

Diagrama utilizado para identificar daltônicos.Eles não distinguem o nº 7.
O daltonismo é um distúrbio de visão recessiva ligada ao X caracterizado pela incapacidade de distinguir determinadas tonalidades de cores. Nos seres humanos a percepção de cores é medida por proteínas que absorvem luz nas células cones especializadas da retina do olho. O daltonismo pode ser causada por anormalidades em qualquer uma destas proteínas.
Por se tratar de uma característica recessiva ligada ao X sua incidência maior é em homens já que estes necessitam de apenas uma cópia do alelo para expressar a característica. Em mulheres para que as mesmas expressem a característica são necessária duas cópias do alelo. Dessa forma, uma mulher daltônica necessariamente deve possuir genótipo homozigótico recessivo XdXd. A heterozigose XDXd ou XdXD não condiciona a manifestação da anomalia nas mulheres, mas indica que essa é portadora e pode transmitir a característica em questão aos descendentes (independentemente de ser do sexo feminino ou masculino).
Saber como os daltônicos enxergam sempre foi o interesse de muita gente, o site Idea se propôs a descobrir exatamente isto. No site são mostrados diferentes imagens em que você escolhe o tipo de daltonismo e a imagem é mostrada da forma como a pessoa afetada enxerga. Sim exato! Existem diferentes variáveis da doença, desde daltônicos que são incapazes de distinguir determinadas tonalidades de cores p. ex. verde e vermelho, até os que enxergam o mundo completamente em preto e branco (um caso raro, é claro).

outras imagens.