O esboço de uma “árvore da vida”, registrado
por Darwin num dos seus cadernos, é uma das representações mais marcantes da
Teoria da Evolução. Ela apresenta-se com as formas mais antigas na base e seus
descendentes ramificando-se irregularmente ao longo do tronco. Assim, Darwin
revelou a “transmutação” – a descendência com modificação, o que chamamos hoje
de Evolução. Este esquema demonstra que todas as espécies são aparentadas por
compartilharem um ancestral comum. Atualmente, a árvore da vida é conhecida
como árvore filogenética e representa as relações de ancestralidade e
descendências, consistindo em linhas que se bifurcam de acordo com a existência
no passado de um evento que transformou uma espécie em duas novas espécies. A
junção desta bifurcação se chama nó, onde representa esse momento de
diversificação e o ancestral em comum das espécies que se localizam na ponta de
cada uma das bifurcações.
Fonte: pucrs.br
Fonte: pucrs.br
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